Você também pode ver:
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Uma maneira diferente...APROVADA!
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Os Estudos comprovam!
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“Os Drs. Nicholas Cunningham e Elizabeth Ainsfield interessaram-se em determinar como afetava o relacionamento mãe-bebê e também o desenvolvimento deste o fato de a mãe carregá-lo num porta-bebês macio, em seus primeiros meses de vida. Os resultados preliminares revelaram diferenças significativas entre o grupo controle e o grupo experimental, com 15 bebês cada. Descobriu-se que as mães que levam os bebês em porta-bebês macios são, assim como os filhos, mais responsivas e coordenadas entre si que os pares de controle, com porta-bebês inflexíveis, de assento duro.” Nas palavras de Ashley Montagu (livro “Tocar: O significdo Humano da Pele” São Paulo – Summus – 1988 – Paginas 349 -350)
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Para refletir
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O leite materno humano é bastante baixo em proteína e gordura, identificando mamadas frequentes e contacto materno abundante como o padrão eficaz de cuidados neo-natais.
Indepentemente de acreidtar que fomos criados por Deus ou que os humanos evoluíram, é claro pelo nosso próprio leite que mães humanas foram feitas para carregar os seus filhos com elas” - Tami Breazeal.
Colinho é bom nós gostamos e não volta mais!!!!!
bjkas e bom fim de semana
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Passo a passo!
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Prevenção da displasia de desenvolvimento da anca


Segue na íntegra parte de uma matéria muito boa sobre os beneficios do sling na prevenção da displasia de desenvolvimento da anca.
Esta doença é diagnosticada, geralmente, à nascença e exige um tratamento complicado. Nos casos mais severos pode mesmo ser necessária uma intervenção cirúrgica ou a utilização de um aparelho que obrigue as pernas a ficarem afastadas, permitindo que o fémur rode na cavidade da anca.
«A postura vertical que o pano proporciona ao bebé é óptima e indicada para este problema. De uma forma agradável está a contribuir-se para a sua correcção», refere a fisioterapeuta, frisando que os benefícios estendem-se também aos bebés que não têm este problema, como forma de prevenção.
«Os ligamentos do bebé ainda estão em formação, por isso manter as pernas afastadas é a melhor posição possível para prevenir a manifestação da doença.»
Natália Martins acredita que os casos de displasia da anca estão a aumentar devido a hábitos que se perderam: «Antes havia muito menos diagnóstico porque as mães andavam mais com os bebés ao colo, encaixados na anca, e também por causa das fraldas de pano. Ambas as situações obrigavam os bebés a permanecer mais tempo com as pernas afastadas e evitavam a manifestação da doença.»
Por isso, para a fisioterapeuta, o pano é o meio de transporte de eleição para o bebé, sendo também benéfico para a mãe.
«É normal a mãe ter dores nas costas no período pós-parto devido à fraqueza dos músculos abdominais e à sobrecarga física causada pelos cuidados ao bebé. Andar com o bebé no ovo só agrava a situação devido ao peso do conjunto e ao facto de provocar um desvio grande na coluna. Com o pano, a posição da mãe está correcta porque o peso está equilibrado. Para o bebé também é melhor do que estar sempre sentado no ovo.»
Comparando o pano com o marsupial, Natália Martins destaca a versatilidade o pano. «O contra do marsupial é ter uma formato standard e, por isso, mais difícil de ajustar ao nosso corpo, podendo tornar-se desconfortável».
Mas existem outros modelos com outros nomes. O sling (tira de pano) - um tecido ajustável ao corpo da mãe através de duas anilhas - e o pouch (bolsa) - um anel de tecido que se enfia na diagonal entre o ombro e a anca da mãe, permitindo criar uma «cama» para o bebé junto ao colo - são os mais populares e estão à venda em vários sites na Internet.
Em comum têm a versatilidade, a originalidade dos padrões e o facto de permitirem aos bebés voltarem a «encaixar» no corpo da mãe. Os utilizadores do pano comparam a experiência a uma gravidez prolongada.
«A barriga dura 18 meses: nove meses dentro da mãe e nove meses fora», lê-se no site do famoso Dr. Sears, pediatra norte-americano, pai de oito filhos, autor de mais de 30 livros sobre pediatria e presença constante em programas de televisão americanos."
Fonte:http://www.mae.iol.pt
domingo, 5 de outubro de 2008
Outro programa falando BEM!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Queridos Clientes!!!!
SLING NO CINEMA
Vejam só que interessante!!!!
Outro dia, queríamos ir ao cinema e não tinha como...
Onde deixar o bebê?
Este deve ser um dilema para quem gosta da sétima arte.
Bem que mais cinemas neste brasil afora poderiam adotar esta idéia e dedicar, pole menos, uma sessão semanal aos filhotes papais e mamães.
E o sling é a forma ideal de levar o bebê também no cinema...
Ele fica quentinho, aconchegado e pertinho que quem ele mais ama.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
É sempre bom lembrar!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Mães relatam benefícios do "sling", carregador de pano para bebês
RACHEL BOTELHO
colaboração para a Folha de S.Paulo
"Durante os cinco meses em que ficou afastada do trabalho após o nascimento de Pedro, hoje com dois anos e oito meses, e de Luana, oito meses, a estatística Relze Fernandes, 32, carregou os filhos para cima e para baixo. E, segundo diz, não precisou deixar nenhuma atividade de lado por causa disso.
Veja o especial Mães e Filhos
"Colocava o 'sling' de manhã e passava o dia todo com ele. Na única vez em que esqueci, fiquei 'podre' de levar meu filho no colo. Usava tanto que não conseguia tirar nem para lavar", diverte-se.
Assim como as mães-celebridades Julia Roberts e Angelina Jolie, Relze faz parte de um grupo crescente de mulheres (e homens) de grandes centros urbanos que está aderindo a carregadores de tecido para transportar os bebês próximos ao corpo durante passeios e tarefas rotineiras, um hábito arraigado entre povos de regiões da Ásia e da África e que tem adeptos também na Europa e na América do Norte. Patrícia Stavis/Folha Imagem
A modelo Luciane Trapp, 26, que usa o "sling" com Bernardo, de dois meses, e já usou o carregador com o filho mais velho
Além do aspecto prático --liberar mãos e braços do adulto para outras atividades--, os defensores do "sling" atribuem a ele outras vantagens, como o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a criação de bebês mais relaxados.
"As mães relatam que seus filhos choram menos e se sentem mais seguros, além de sentarem e andarem mais cedo", afirma a pediatra Jucille Meneses, do departamento científico de neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Embora não haja embasamento científico para indicar o uso do 'sling', o contato com a mãe é benéfico para o lactente."
Nos Estados Unidos, o pediatra William Sears, autor de mais de 40 livros, é um dos entusiastas dos carregadores e o responsável por cunhar o termo "babywearing" (algo como "vestir o bebê"). De acordo com ele, os bebês "slingados" choram menos, aprendem mais e são mais espertos.
A modelo Luciane Trapp, 26, que começou a usar o "sling" com Gabriela, 3, e atualmente carrega Bernardo, de dois meses, tem sua própria explicação. "O bebê sai da barriga e é colocado em um berço grande e vazio, o que é muito frio. No 'sling', é como se continuasse no meu corpo", diz. "E, se ele quer mamar, é só arrumar o pano que não dá para ninguém ver. Faço isso até andando."
A pediatra Jucille Meneses cita outras vantagens da rede: mantém as pernas do bebê unidas e não altera o desenvolvimento do quadril, o que pode ocorrer com o uso contínuo da mochila e de modelos tipo cadeirinha. "Algumas pessoas podem se questionar se o carregador aumenta a curvatura da coluna vertebral do bebê, mas isso não ocorre. Ele não leva a vícios de posição", completa.
Cólicas
O "sling" também costuma ser associado à diminuição das cólicas. Relze Fernandes, que passou dez meses "slingando" os filhos, atribui as poucas crises ao fato de eles terem passado muito tempo com as pernas encolhidas na rede. Para a pediatra, a explicação é outra: as dores diminuem graças ao fortalecimento do vínculo entre a mãe e o bebê, "que melhora o ambiente psíquico e, conseqüentemente, as cólicas".
Mas nem todo mundo se sente confortável com o carregador. A psiquiatra Fernanda Moreira, 36, usou com o filho Thiago nos primeiros meses, mas depois notou que ele não queria mais ficar na rede. "Ele não gosta de colo deitado, só em pé, até para dormir. Então, detestou o "sling" logo que passou dos dois meses. Acho que passou a se sentir meio preso", diz.
Em relação ao corpo da mãe, há pelo menos uma ressalva. Para Osmar Avanzi, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e professor da Santa Casa de São Paulo, não é recomendável usar os carregadores durante longos períodos para não sobrecarregar a coluna. "É importante também ter um bom condicionamento físico e fazer alongamento para evitar dores lombares. Sem falar que, quanto maior o peso da criança e do próprio adulto, pior a sobrecarga", explica.
Outro medo recorrente entre os que olham com desconfiança para os carregadores, o de criar crianças extremamente dependentes dos pais, é rechaçado pelas adeptas. "Eu me preocupava muito de voltar a trabalhar e o Pedro não se adaptar, pois só dormia no 'sling', mas depois parecia que ele tinha nascido na escola. Ele é muito independente", afirma Relze Fernandes.
Vale lembrar que os carregadores são seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do "sling" e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro."
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Matéria do Bom Dia Santa Catarina
Esta foi a matéria do Bom Dia Santa Catarina na RBS TV apresentada hoje comigo e com o Vitor.
Obrigada pela oportunidade de mostrar meu trabalho e difundir esta prática tão especial.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Opinião importante!
Na semana passada, uma matéria no site G1 sobre sling me chamou atenção por ter uma opinião de um médico.
Segue o trecho da matéria:
Opinião de médico
“A falta de mobilidade enquanto amamenta é uma das principais causas do desmame, e o sling devolve essa liberdade. Muitas [pacientes] já aprendem a dar de mamar usando o sling”, diz. Correa ainda ressalta a aproximação entre mãe e filho que o acessório proporciona, principalmente nos primeiros dias de vida. “O bebê fica em contato direto com a mãe e não esquecido no carrinho. Não existe mimar criança com menos de 6 meses, não tem isso de ela ficar mal acostumada”, defende.
O neonatologista concorda que o uso do sling ainda é restrito a mães com poder aquisitivo mais alto. A advogada Ana Lúcia defende o uso do acessório como uma questão de saúde pública. “Uma mulher que tem um filho recém-nascido e precisa voltar ao trabalho logo não consegue conciliar as duas coisas. Se o sling fosse para todas, ele favoreceria o vínculo e a amamentação, e a mulher ainda conseguiria trabalhar”, defende."
Fonte: G1 - São Paulo
É importamte desmistificar que a utilização do sling traz problemas na coluna do bebê e da mãe, que os bebes ficam viciados em colo e tantas outras lendas criadas.
Slingar é seguro, fortalece o vínculo, favorece o desnvolvimento mental e emocional do bebê proporciona a diminuição de cólicas e facilita a amamentação...
Estes são alguns motivos, dentre muitos que provam que slingar é BOM e NÓS amamos!!!!!
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Dia dos pais...dia de pensar

A Todos os Papais...muita saúde,paciência e amor todos os dias!!!!
Nestes dias que antecedem o Dia dos pais é muito bom pensar e saber...
Qual é o papel do pai no desenvolvimento dos bebês?
Quem nos responde é pediatra americano, T. Berry Brazelton, do Children’s Hospital de Boston (USA)
“... a sociedade da tanta ênfase às mães e seus papéis, parece apropriado perguntar qual é a contribuição que o pai moderno tem a dar, e que o faz tão importante para o bebê e a consolidação da família. Pois ele é realmente especial. Em poucas décadas, o papel do pai passou por transformações fantásticas. Em sua maioria, os pais de uma geração atrás viam-se a si próprios como complementos das mães. Participavam quando as mães lhes pediam que o fizesse. Sua participação quase sempre ficava restrita aos esportes ou outras atividades “masculinas”. Eram também os disciplinadores, convocados sempre que as mães não estavam sendo obedecidas. Nas gerações anteriores, muitas pessoas cresciam praticamente sem conhecer os pais. Eu sentia que o meu pai permitia que o seu papel fosse determinado pela minha mãe, abrindo mão de sua tendência a envolver-se plenamente com as atividades dos filhos. Terminando como companheiros um tanto quanto constrangidos na minha adolescência, tentando conversar “de homem para homem”. Nenhum de nós sabia o suficiente sobre o outro para que isso pudesse funcionar, e eu lamentava não conhecê-lo melhor.
Todos os estudos que avaliam o envolvimento cada vez maior dos pais com o cuidado dos filhos apontam para os ganhos em termos do desenvolvimento do bebê. As crianças em idade escolar não só demonstram incremento significativo em seu Q.I. nas famílias em que os pais participam intensamente de suas vidas quando mais novas, como também adquirem mais senso de humor, maior capacidade de atenção e de vontade de aprender. Esses novos estudos mostram que o pai acessível aos filhos enriquece a imagem que eles fazem de si mesmos, e também dão a entender que este envolvimento paterno contribui para a maior estabilidade do apoio familiar dado à criança. Um estudo recente demonstra que o envolvimento do pai dá ao adolescente um senso mais estável e seguro do seu “centro de controle” interior – a capacidade de resistir à pressão dos amigos que caracteriza a criança segura dos seus próprios valores.”
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Feliz pelo reconhecimento!

Navegando pela net encontrei este blog muito fofo chamado "Nave Mãe"...
Acompanho as aventuras desta jornalista, mãe de primeira viagem quase toda semana...
Adorei a postagem dela sobre slings e acabei comentando depois me empolguei de enviar a fotinho do meu Vitor.
E hoje fiquei muito emocionada e e extremamente feliz por ver o post que ela me dedicou...
"O post falando sobre os slings foi o maior sucesso. Já recebi vários e-mails de gente querendo saber onde encontrar, como usar, ou dando dicas de outras utilidades.
A Karla, de Florianópolis, se apaixonou pela novidade desde quando nasceu o pequeno Vitor. Segundo ela, o sling “foi o melhor investimento que já fiz na minha vida”.
Ela conta que o Vitor é super calmo, carinhoso e adora estar no seu "BABY BAG MÃE CANGURU". Agora ela resolveu até confeccionar slings. Dá uma olhada no blog que ela fez: http://maecanguru.blogspot.com/ Lá você encontra várias explicações sobre o sling: opções de tecidos, fotos, curiosidades, notícias. Vale a pena conferir!
Em Porto Alegre, a loja Nana Barriga, que fica na rua Barão de Santo Ângelo, no Moinhos de Vento, vende o acessório. Na loja 9 Meses, quem comprar o sling ganha um dvd explicando como usá-lo corretamente. A 9 Meses fica na rua Dr. Timóteo, 746, também em Porto Alegre.
O sling é ótimo para carregar recém-nascidos e crianças de até 16 quilos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Como colocar o bebê no sling?
Se você ainda não se sente segura(o) treine com um boneco ou com um saquinho de areia e somente quando estiver "BAMBA" na tarefa coloque o bebê com calma e segurança.
Lembre-se que o bebê deve estar muito calmo nas primeiras vezes.
Achei estes videos bem interessantes vale a pena ver antes de slingar.
Vamos lá... pegue seu sling e não perca mais tempo
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Tecidos
Lembre-se que o sling é usado por você pense no seu estilo e nas suas roupas para combinar.
Fique elegante!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Encontro! Aprendendo a slingar...

No sábado tivemos o prazer de conhecer Maria Esther a Mamãe Jaque e o Papai Sérgio para uma ligeira instrução de como colocar o bebê no Sling.
Incrível!!! A Maria Esther se deu muito bem na primeira tentativa e mamãe estava muito calma e segura e isso ajuda muito
Quem sabe um piquenique, muita slingada, papos de papais e mamães, brincadeiras e sorteio de sling...
Em breve teremos mais informações.
OBS: Este post é dedicado a mais nova família slingando em Floripa.
Bjkas e Boa Semana!!!!
domingo, 29 de junho de 2008
Barriga com Vista - Coisa de Criança

No sábado, quando saimos slingando pela cidade, encontrei uma mãe e uma menininha com aproximadamente 4 anos, que vendo eu e o meu bebê slingando virou-se pra mãe e falou:
"Mãe me volta para barriga".
A mãe sem entender perguntou "por quê"?
E a menina imediatamente retrucou:"Eu queria uma barriga com vista como aquela que o bebê está!"
Eu e a mãe da menina nos olhamos e caimos na gargalhada... e Sabe que a menina tem toda razão...
A revista portuguesa Iol Mãe publicou uma matéria falando justamente isto.
E este trecho traduz bem o que a menina queria falar para mãe no momento que se deparou o bebê com uma "barriga com vista".
Segue o trcho da matéria:
"Ao colo da mãe, aconchegado pelo pano, o bebé ouve o seu coração, sente a sua respiração, acompanha o seu movimento. É como se voltasse ao útero materno, mas com uma janela aberta para o mundo"
Um Grande abraço e uma semana Especial.
Para conferir a matéria da revista IOL na integra acesse:
Ilustração : Calvin e Haroldo (meus grandes heróis)
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Sling no mundo das Celebridades!!!!
Engraçado é que é bem assim que eu me sinto quando saio com meu bebê, uma verdadeira "celebridade".
Todos olham, nos param se esbarram para ver esta forma tão original de carregar bebês.
Confira quem entrou na onda!




Agora a mania está completa!!!
Vamos slingar?
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Bebês Vão ao Cinema!!!!

Esta é uma matéria da revista crescer que eu achei muito interessante e gostaria de partilhar com todos que se interessam pela prática do Sling.
Vale a pena!
"É quarta-feira e um grupo diferente aguarda na porta do cinema no shopping Bristol, em São Paulo. Não são os adolescentes que aproveitam a meia-entrada para colocar a visita ao cinema em dia. Na roda, o destaque são carrinhos e mamadeiras. Um grupo de mães e bebês espera, ansiosamente, o início de mais uma sessão. A cena se repete toda a semana e o longa escolhido da vez é Ensinando a Viver, com John Cusack. “Decidimos qual será o filme por e-mail; cada uma manda sua opinião. Os únicos vetados são os muito barulhentos, para não assustar as crianças”, conta Irene Nagashima, 37 anos, mãe de Max, 8 meses.
Cinéfila, foi Irene quem despertou a idéia nas outras mães, há 3 meses, em um grupo de discussão sobre maternidade na internet. “Em um dos fóruns, comentei minha ida ao cinema sozinha, até que uma delas sugeriu: por que não levamos nossos filhos da próxima vez?”, conta. A idéia empolgou a todas e os encontros de quarta-feira entraram na rotina, mostrando que o pós-parto pode, sim, ser uma fase divertida, e não um período de reclusão. “Não precisamos ficar em casa o tempo todo e levar o bebê apenas para tomar vacina. Hoje, além do cinema, vou ao Parque da Água Branca carregando a papinha dela”, conta Tatiana Tardioli, 31 anos, que sai para passear com Nina – hoje com 3 meses - desde que ela tinha 13 dias de vida.
A estreante do grupo é Nádia Lemos, 29, mãe de Catarina, 2 meses e meio. Ela estava adorando sua participação no grupo, mas se sentiu observadas pelos outros freqüentadores do shopping. “Tem gente que fica admirada quando eu conto que saio com a Catarina”, diz. Mas a reação ao grupo de mães é positiva. “Todos no cinema são muito solícitos e nunca ouvi ninguém reclamar pela nossa presença”, diz Andréia Gebrael, 31. Mãe de três filhos, foi apenas com a caçula Maura, de 3 meses, que ela aderiu aos passeios. “Quando tive a minha primeira, não saía de casa com ela para nada. Hoje, a Maura vai comigo até ao cabeleireiro”, conta. Já Sara, de 2 meses e meio, vai com a mãe Kátia Barga, 32, até mesmo na terapia. “Minha psicóloga fica com a Sara no colo durante a sessão”, diz.
Dentro do cinema, cada bebê aproveita o escurinho à sua maneira: enquanto os menores dormem ou mamam, outros não querem ficar parados. No meio do filme, Irene vai para a primeira fileira e deixa Max engatinhar livremente pelo chão. “Geralmente, ele dorme no meu colo. Mas hoje ele estava um pouco mais agitado”, diz. Já Felipe, 9 meses, queria ficar de pé na cadeira e Alexandra Swerts, 37, precisou sair alguns minutos com o filho. Na volta, o sono chegou e ele dormiu tranqüilamente no colo da mãe. “Venho ao cinema com ele desde que ele tinha 4 meses de idade; essa foi a primeira vez que precisei sair da sala. Nas outras sessões, era só apagar as luzes e ele já adormecia”, diz.
A mais nova da turma, Helena, de apenas 1 mês, filha de Lígia de Sica, 27 anos, mal percebeu o filme passar. E nem o ar-condicionado a incomodou; ao acender as luzes, a bebê mamava, tranqüilamente. O final do filme não significa que o programa acabou. Ainda tem a parada para um cafezinho. E semana que vem, elas estão de volta."
****Fonte : Matéria da Revista Crescer - Maio de 2008
*Foto: Vitor(meu filho) Pronto para um passeio no nosso super Sling vermelho.
Eu achei Sensacional, e com o sling as possibilidades não se esgotam... ser mãe não é se privar de coisas que faziamos. Não quero nem pensar em falar que antes de ter um filho eu fazia tantas coisas e hoje... tenho o meu filho em todos os momentos comigo e ele adora... este vínculo é algo que vamos carregar por toda as nossas vidas!!!! Não me canso de elencar todos os benefícios e os prazeres que significam esta troca. Experimente você também é tudo de Bom!!!!!
Boa semana a todos.